domingo, 24 de junho de 2007

Arraial em S Pedro Sintra


Já começaram os tradicionais festejos dos Santos Populares este ano pelo menos nos primeiros dias não se pode dizer que a afluência de pessoas á festa tenha sido muito grande talvez a culpa seja desta maldita crise que teima em não nos largar mais o verão que também não chega ou também no meu ver a escolha dos cartaz de espectáculos não tenha sido muito bem conseguido vamos ter de esperar por dias melhores entretanto quem puder é passar por lá devertir-se um bocado comer umas sardinhas e mandar com as preocupações á fava







quinta-feira, 21 de junho de 2007

Festejos de São Pedro

Começa no próximo dia 22 de Junho Sexta feira os tradicionais festejos dos Santos Populares no Largo da Feira em S Pedro alem dos diversos espectáculos programados existem no largo as tradicionais tasquinhas com diversos petiscos e onde não deve faltar a sardinha assada , as barraquinhas de farturas , churros os carroceis e a feira de artesanato.

Sexta 22 de Junho22h00 – IdeiaFix
Sábado 23 de Junho15h00

– Orquestra Infantil e Juvenil da Freguesia de São Pedro16h00
– Grupo Coral Vozes da Abrunheira22h00
– Bambolé
Domingo 24 de Junho15h30
– Grupo Coral Primavera do Linhó22h00
– Balla

Segunda 25 de Junho22h00
– Tempos D’Ouro

Terça 26 de Junho22h00
– DogmaKingofspades

Quarta 27 de Junho20h30
– Banda da Sociedade Filarmónica “Os Aliados”21h30
– Banda GURL

Quinta 28 de Junho22h00
– Charruas e Amigos (Carlos Mendes e Dany Silva)

Sexta 29 de Junho10h00
– 13h00 – Emissão em directo e ao vivo da RCS11h00
– Missa Campal16h00
– Grupo de Bombos das Mercês20h00
– Quanto Baste22h00
– Real Companhia

Sábado 30 de Junho16h00
– Grupo Folclórico de Belas20h30
– Alba Plena22h00
– Peace Revolution

Domingo 01 de Julho22h00
– Main Road

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Igreja de S. Pedro de Penaferrim



A Igreja de S. Pedro como Edifício Histórico que é deve ser um dos Monumentos mais fotografados de S Pedro mas como não podia deixar de ser não podia deixar de o mostrar nesta minha página. A mim sempre me fascinou o seu interior com os seus painéis de azulejos de extrema beleza.
Traz-me ainda boas recordações da minha infância quando os miúdos da minha idade se reuniam no largo da igreja (que na altura não era o parque de estacionamento que hoje se transformou) para grandes “futeboladas” e o que dizer das brincadeiras que fazíamos no Largo em noites de Missa do Galo? Quem for da minha geração ao recordar isto de certeza que ficará com um sorriso de orelha a orelha.



HISTORIA



A igreja de S. Pedro de Penaferrim é uma igreja de fundação medieval, alterada no século XVI e constituída por uma só nave, com abóboda quinhentista e magníficos azulejos azuis e brancos, da 1ª metade do século XVIII nas paredes laterais, representando cenas da vida de S. Pedro.Consagrada a São Pedro, foi uma das primeiras paróquias portuguesas, juntamente com três outras que D. Afonso Henriques construiu em Sintra, depois da tomada definitiva da Vila aos mouros, em 1147. Em 1241, D. Sancho II cede a Igreja de São Pedro (erguida no perímetro do Castelo dos Mouros e cujas ruínas ainda existem) ao bispo de Lisboa. Começaram aqui as rivalidades entre os padres das quatro paróquias que formavam a Vila de Sintra. Todos se queixavam das ingerências alheias nos seus assuntos e protestavam contra o estado da situação. Em 1253, o bispo D. Aires Vasques transferiu a paroquialidade da Igreja de São Pedro para São Pedro de Penaferrim, continuando contudo sempre da apresentação da mitra, como vigaria e depois priorado.



Em 1565 foi reconstruída e ampliada por D. Álvaro de Castro, filho de D. João de Castro, vice rei da Índia. De uma forma simples e resumida, podemos descrever esta Igreja matriz como um templo de uma só nave com uma abóbada de estilo manuelino. A meio da nave vê-se um fecho de abóbada com um brasão que sustenta a roda de navalhas de Santa Catarina usada pelos Castros. A fachada e a torre são barrocas e as paredes revestidas de azulejos, azuis e brancos. Os azulejos da nave, são compostos por uma temática (i) heráldica – as armas de D. Tomás de Almeida (ii) e simbólica – as chaves de São Pedro. Os painéis figurativos, de moldura rectilínea, representam o ciclo de São Pedro como Apóstolo e companheiro de Jesus e o seu Apostolado após a Ascensão.

No interior do templo encontra-se ainda uma escultura gótica de S. Pedro em pedra de Ançã, datada do século XV e oriunda da capela românica de S. Pedro do castelo.
A Igreja Paroquial de São Pedro situa-se no Largo do Adro da Igreja, em São Pedro, 2710 – 487 Sintra, com o telefone 219230844.















quinta-feira, 26 de abril de 2007

Fotos de São Pedro Sintra

Algumas Fotos escolhidas ao acaso de S. Pedro de Sintra

Vista de São Pedro

Rua do Roseiral

Calçada da Penalva



Arco do Largo da Igreja



Quinta D. Diniz


Cruz do Largo da Feira
Foto entrada para o Picadeiro



Foto do Picadeiro

quarta-feira, 25 de abril de 2007

1ª Meia Maratona de São Pedro de Penaferrim

Numa boa forma de comemorar o 25 Abril a Junta de Freguesia, com o apoio do Grupo Desportivo e Recreativo de Manique organizou a 1ªMeia Maratona de São Pedro
embora com poucos atletas esta è quanto a mim uma organização que deve continuar no futuro.



sexta-feira, 6 de abril de 2007

Santa Eufémia


Era tradição na Sexta Feira Santa ser o dia de grande confraternização das gentes de S. Pedro que no largo de Santa Eufémia se reunia para comer o mexilhão apanhado nas praias do concelho ( ou na maioria das vezes comprado nos mercados ). Foi a pensar nesse costume que hoje me desloquei a Santa Eufémia e verificar que neste caso a tradição já não é o que era pois o largo estava vazio.
Não dei o meu tempo por perdido pois vale sempre a pena visitar Santa Eufémia O local eleva-se a 463m e em dias limpos é privilegiado com uma vista de excepção.




O sítio de Santa Eufémia é um dos mais antigos locais de povoamento humano da serra de Sintra. Na origem, aqui existiu um aglomerado neolítico, datado de c. 4000 a. C., posteriormente utilizado durante a proto-história e o período romano, numa cronologia ocupacional que se prolonga até ao século II d. C. As privilegiadas condições de defesa do local terão determinado uma tão ancestral ocupação humana, que continuou pelos séculos mais recentes.
Sem informações durante a Alta Idade Média, só em 1147 a fonte de Santa Eufémia é referida documentalmente, pelo cruzado R. que acompanhou as tropas cruzadas na conquista da cidade de Lisboa (cf. ALVES ed., 1989, p.34). A circunstância de as suas águas possuírem poderes curativos, em particular problemas de tosse, levou a que, no século XIII, se tivesse edificado a ermida, espécie de santuário de romaria que, desde então, se verificou ao sítio.
A actual configuração do conjunto monumental não apresenta qualquer vestígio dessa primitiva edificação medieval, uma vez que, em 1876, por iniciativa de um estrangeiro devoto da santa se reconstruiu integralmente o templo. É de admitir, todavia, que tenham existido outros melhoramentos durante a época moderna, em especial no século XVII, na medida em que o figurino das portas principal e lateral do templo segue um vocabulário comum nessa centúria, de verga recta moldurada e sobrepujada por ligeira cornija. A ermida é modesta, de nave única amparada lateralmente por dois poderosos contrafortes de perfil triangular e capela-mor rectangular, sendo o interior marcado por coro-alto anexo à frontaria, com acesso a partir de porta lateral setentrional, e dois retábulos laterais de talha dourada.



Do complexo religioso fazem ainda parte outras dependências e espaços, fundamentais à romaria que aqui se desenvolveu ao longo dos tempos A Casa dos Romeiros situa-se a nascente da capela-mor e é um pequeno imóvel (re)construído no século XIX, de planta rectangular e telhado de água única, destinado a acolher um limitado número de pessoas. O largo adro que circunda o templo foi transformado em zona de lazer, contando-se uma tribuna e um coreto, sinais de um período em que teria sido bem maior a devoção.
Mais importante é a fonte (também designada por Casa dos Banhos). O seu actual aspecto data de duas reconstruções, verificadas nos séculos XVIII e XIX, a primeira em 1738, altura em que a velha fonte medieval foi reformulada por iniciativa do capitão Francisco Lopes de Azevedo, e a segunda em 1845, ano em que o Conde de Carvalhais, D. José Maria de Almada da Silveira Lobo, promoveu novas obras. A fonte é de planta trapezoidal (acedendo-se ao seu interior através de um pequeno portal que abre para um espaço diminuto de abóbada de berço), encontrando-se a bica inserida num nicho de arco abatido a que se associa um tanque rectangular.



Estação arqueológica pré-histórica e local de sacralidade cristã convivem, aqui, lado a lado, numa plataforma natural da Serra de Sintra, na sua vertente meridional. Mas enquanto a ermida e respectivo adro têm sido sujeitos a algumas campanhas de restauro e de consolidação das estruturas já existentes (destacando-se o restauro pontual realizado pela Junta de Freguesia de São Pedro de Penaferrim em 1980), o mesmo não se pode dizer do povoado neolítico. Apesar de ser já conhecido há praticamente um século (os primeiros trabalhos de Joaquim Fontes e de Félix Alves Pereira remontam à década de 20), ainda não se efectuaram escavações sistemáticas e, nos últimos anos, a pressão urbanística e a abertura de estradas na serra destruíram parcialmente este habitat. Em 1984, segundo análise de Gustavo Marques, alcatroou-se um troço de estrada que pode bem corresponder a uma antiga via romana e as terraplanagens junto à ermida, ao mesmo tempo que puseram a descoberto alguns troços do povoado, destruíram outros tantos vestígios.

Fonte: IPPAR



A Pousada da Juventude que fica nas redondezas de Santa Eufemia



terça-feira, 27 de março de 2007

Escolas Primárias em S.Pedro Sintra



Há dias ao passar por S. Pedro vi e revivi a minha antiga escola primaria
Por la passaram gerações de rapazes pois naqueles tempos era mesmo assim rapazes numa escola raparigas noutra. Recordo-me da minha primeira professora a Dona Elisa (esposa do também professor Moisés esse já não do meu tempo) e ao observar de perto o edifício pareceu-me ainda ouvir a algazarra normal dos miúdos no recreio que só se calavam quando se apercebiam que a idosa professora que habitava no rés de chão da escola adormecera e então ficava tudo em silencio na esperança de ter mais uns minutos de recreio.
O edifício da antiga escola ( deve ser propriedade privada) embora esteja em bom estado de conservação por menos por fora está encerrado tenho pena de não ter sido aproveitado para uma qualquer actividade de interesse para S.Pedro mas isso se calhar sou eu a puxar pelo meu sentimentalismo.



Escola Primaria das raparigas aonde hoje funciona a Junta de Freguesia


A Actual Escola Primaria



domingo, 11 de março de 2007

III.ª edição do Rally das Camélias em automóveis antigos

No fim de semana de 16 a 18 de Março Vai-se realizar mais uma vez o rally das camélias em Sintra e que terminará no dia 18 em S. Pedro de Sintra



O Rally divide-se em três etapas: a primeira, de regularidade nocturna, tem início às 21H30 (no parque de estacionamento frente ao Tribunal de Cascais) em direcção à Aldeia do Juzo, Malveira da Serra, Janes e termina no Hotel Estoril 7, frente ao Cascaishopping.A 2ª etapa, o verdadeiro arranque da prova, inicia-se às 09H30 de 17 de Março, no Hotel Estoril 7, em direcção ao Autódromo, Lagoa Azul, Rampa da Pena, S.Pedro, Eugaria, Colares, Galamares e termina na Mercedes Benz.Finalmente a 3ª etapa, que se realiza na tarde de dia 17 de Março, tem início no Algueirão e termina frente ao Palácio Nacional de Sintra cerca das 17H00.No dia 18 de Março, Domingo, realiza-se ainda a prova complementar de Sintra que arranca da Praça da República, na Vila de Sintra, finalizando em S. Pedro de Sintra à hora do almoço.Esta é uma oportunidade de matar saudades do famoso Rally das Camélias e que não podemos perder .

Fonte :Alvor de Sintra

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

1º Dezembro Futebol Feminino



Foram convocadas sete jogadoras do 1º Dezembro para a Selecção Nacional Feminina.
A saber: Ana Valinho, Cátia Reis, Edite Fernandes, Tânia Pinto, Patricia Gouveia, Silvia Brunheira e Sónia Matias.
Silvia Brunheira é a novidade face à última selecção nacional. Sílvia fora convocada, mas por motivos profissionais não pode dar o contributo à equipa das quinas.
As jogadoras vão estar presentes num estágio entre os dias 26 e 28 deste mês, em Rio Maior, que servirá de preparaçãopara a XIV edição do Mundialito de Futebol Feminino / Algarve Women's Football Cup 2007.
Esta competição reune 12 equipa distribuída por 3 grupos:Grupo A: Alemanha, Noruega, França e DinamarcaGrupo B: EUA, Suécia, China e FinlândiaGrupo C: Portugal, Islândia, Itália e República da Irlanda
Entretanto a equipa do 1º Dezembro qualificou-se para as meias finais da Taça de Portugal ao bater o Albergaria no campo deste por uma bola a zero


(Fonte: sintravox)

domingo, 18 de fevereiro de 2007

D. Fernando II


Quem chega a S. Pedro de Sintra vindo de Lisboa ou de Cascais chega á rotunda do Ramalhão depara-se um dos Monumentos mais recentes de Sintra a estatua do rei artista e um dos maiores apaixonados por Sintra D. Fernando II
Na altura da edificação da estatua lembro-me bem da polémica pois havia gente que a não queria naquele lugar mas hoje é unânime que não podia ter lugar melhor.
Daquele lugar a estatua de D. Fernando II parece que está a contemplar a Serra de Sintra que tanto amava assim como é o primeiro a receber os visitantes de Sintra



D.Fernando II, a quem chamaram Rei-Artista, homem de visão plurifacetada, amador e coleccionador das artes e admirador da história e cultura portuguesas, o Palácio Nacional da Pena é a expressão arquitectónica dos seus ideais românticos, numa clara homenagem a um património de diferentes épocas, um espaço multifacetado, que se tornou, e também através das suas colecções, um repositório de épocas, estilos e gostos. Este extraordinário Monumento Nacional deve-se inteiramente à iniciativa de D. Fernando de Saxe Coburgo-Gotha, rei de Portugal pelo seu casamento com a rainha D. Maria II. 0 seu nome completo era Fernando Augusto Francisco António. Nasceu em Coburgo a 29 de Outubro de 1816, faleceu em Lisboa, no paço das Necessidades, a 15 de Dezembro de 1885.
Pensou, igualmente, em mandar plantar um magnífico parque, à inglesa, com as mais variadas, exóticas e ricas espécies arbóreas. Desta forma, Parque e Palácio da Pena constituem um todo magnífico.
Por tudo isto e muito mais Sintra e S. Pedro Penaferrim lhe devem muito do que são hoje.



sábado, 17 de fevereiro de 2007

S Pedro Sintra Medieval

É do tempo da fundação da Nação esta igreja medieval situada ás portas do Castelo dos Mouros
A antiga Matriz de São Pedro de Canaferrim foi edificada, no perímetro do Castelo dos Mouros, durante a segunda metade do século XII, como sede de freguesia e ainda, decerto para uso dos "trinta povoadores" a quem D. Afonso Henriques, no ano de 1154, entregara o castelo de Sintra.
A paz alcançada na região sintrense durante a 1ª Dinastia, bem como a ausência de distúrbios nas convulsões de 1383-1385, conduziram à definitiva desactivação do castelo que, por sua vez, deve ter provocado, progressivamente, o rápido abandono da igreja em causa
Neste sentido, tornam-se especialmente significativos dois factos: a fundação, no século XVI, de uma nova Matriz da freguesia de São Pedro, desta feita no sopé da Serra e mais próximo das áreas habitadas; e a notícia – documentalmente provada – de em 1493 estar a antiga Igreja Paroquial de São Pedro de Canaferrim em completo estado de abandono, com as portas arrombadas e a ser constantemente profanada por judeus.
De tudo isto é-nos lícito concluir que a antiga Igreja de São Pedro de Canaferrim deve ter conhecido a sua decadência logo no início da 2ª Dinastia, ainda que pudesse ter, de algum modo, permanecido a culto até meados do século XV.




NECRÓPOLE MEDIEVAL
Memória descritiva
A necrópole da Igreja Paroquial de São Pedro de Canaferrim distribuía-se, como é natural, em redor do templo. Destruída, durante o século XIX e pelos acessos então abertos por D. Fernando II, nas suas vertentes ocidental e meridional , mantém-se mo entanto intacta nas restantes áreas. Os túmulos explorados junto ao quadrante N – o único integralmente escavado -, encontram-se como que entalados entre os vários penedos graníticos e as paredes da própria igreja. Cobertas por várias lajes toscamente afeiçoadas, apresentam paredes construídas com idênticos materiais – mesmo quando a presença próxima de um penedo ou de um muro da igreja as poderia ter eventual ou parcialmente substituído. O fundo era apenas constituído pelo substrato rochoso ou, em zonas mais irregulares, por terra batida. No interior acumulavam-se vários restos humanos por sepultura, verificando-se a deposição da última inumação em decúbito dorsal, e encontrando-se espalhados sobre ela e/ou a seus pés os principais ossos correspondentes aos anteriores enterramentos. Surgiram, ainda, alguns casos esporádicos de verdadeiros ossários. Não se encontrou qualquer espólio numismático ou outro que se pudesse considerar intencionalmente depositado nas sepulturas, o que atendendo ao conhecimento que temos das práticas funerárias regionais através dos séculos – parece conferir ao conjunto escavado de sepulturas um cariz acentuadamente arcaizante, no âmbito deste tipo de necrópoles.

In "Sintra património da Humanidade"

domingo, 28 de janeiro de 2007

LAGOA AZUL



Hoje ao escrever neste Blog dou-me cada vez mais conta da beleza da minha terra pois confesso que houve tempos que já não ligava a belezas naturais como esta da Lagoa Azul .
Falar da Lagoa Azul para muitos é sinónimo do ralye de Portugal que por lá passava (que saudades) á uns anos atrás mas para mim recorda-me os dias da minha infância com passeios de bicicleta ( se é que se pode chamar bicicleta um veiculo com um quadro duas rodas guiador e mais nada) desde S. Pedro com passagem obrigatória na Lagoa Azul.
Vem-me á memoria historias que me contavam em miúdo de uma tragedia que envolveu dois irmãos ao que parece ainda meus familiares que estavam a nadar na lagoa e um deles ao tentar ajudar outro que se estava a afogar acabou também por se afogar não sei ainda hoje se é mais uma lenda de Sintra se é uma historia inventada para que os miúdos não se aventurassem nas aguas da lagoa ao que diziam perigosas ou se é mesmo verdade o que certo e que nunca me aventurei a banhos na lagoa .




A origem da Lagoa:
A existência da Lagoa Azul deve-se à alteração dos granitos do maciço de Sintra que, por acção dos diversos agentes erosivos, originam areias e argilas que vão revestir e impermeabilizar o fundo da lagoa evitando que a água que aí se acumula não escoe, sendo aqui o papel das argilas fundamental graças à reduzida dimensão das suas partículas.
É facilmente visualizável a acção erosiva provocada pela vegetação, que cresce entre as fendas dos granitos e onde se podem observar prolongamentos de raízes que atravessam e fragmentam a rocha.
Pode-se ainda observar um granito são de cor rosada. Esta cor deve-se à presença abundante de um mineral denominado ortose (feldspato alcalino) e, de entre a restante composição mineralógica, destacam-se o quartzo, feldspatos diversos e mica preta (biotite).
Na zona envolvente da Lagoa Azul, e de um modo geral ao longo de toda a Serra de Sintra, pode-se observar a sua paisagem característica - o "caos de blocos" (conjuntos de blocos dispersos pela paisagem) e as "penhas" (elevações rochosas que se salientam na paisagem com aspecto de penhasco). Esta paisagem é típica de áreas cuja composição litológica é essencialmente granítica.
Credito:Parque Natural de Sintra Cascais